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Rito a Eros e Psiquê 2020

Rito a Eros e Psiquê 2020

novembro 19, 2020 Ayahuasca 0

Rito com consagração de medicinas sagradas (Ayahuasca, Rapé e Sananga)
Facilitador: Rodrigo Zeus
Realização e Organização do Evento: Força Sagrada (Projeto que busca por meio da reconexão com os elementos e as ervas trazer evolução e auto-conhecimento)
Local do Evento: Instituto Espiritual Segredo Encantado
Rua Corredeira 205, Bosque da Saúde – São Paulo – SP

Salve Amigos

Agradecendo a grande mãe e ao pai e a todo poder elemental. Pela roda do ano da bruxaria no Hemisfério Sul estamos em Beltane, celebramos o auge da primavera, o anúncio de um verão auspicioso, e o agradecimento pela união da Deusa (terra) e o Deus (Sol), a união do Feminino e Masculino Sagrado dentro de nós, o casamento sagrado.
Preenchemos nosso coração com as maiores intenções ao Amor e convidamos a quem sentir de se juntar.

É com muito amor que convidamos a todos para juntos celebrarmos Eros e Psiquê. Elevaremos nossas intenções para que os Deuses nos guiem em nossa jornada de reencontro com o Amor.

Os antigos gregos dispunham de várias teogonias diferentes, e ainda que estas apresentassem algumas personagens comuns, é difícil elaborar uma lista única de divindades primordiais para a mitologia grega, pois essas divindades, assim como o papel de cada uma, varia de uma fonte para outra.

Segundo Hesíodo, no princípio surge o Caos (o vazio) e dele nascem Gaia (matéria), Tártaro (o abismo), Eros (o amor), Érebo (as trevas) e Nyx (a noite)
Os deuses primordiais da mitologia grega, também chamados de Protogonos ou Protogenos (em grego Prôtógonoi, ou “nascidos primeiro”, “primordiais”) eram as divindades que nasceram em primeiro lugar, que surgiram no momento da criação, e cujas formas constituem a estrutura básica do universo.

Eros

Mitologicamente um dos Erotes, guardiões e manifestações do Amor para os gregos. Eros também foi considerado como um deus do Olimpo, filho de Afrodite com Ares, ou apenas de Afrodite, conforme as versões.
Os romanos o chamavam de Cupido, é representado como um lindo menino ora como um belo rapaz alado, sempre carregando consigo um arco e uma aljava com flechas “envenenadas” com a força do amor apaixonado.
Eros manifesta a energia da atração, o Todo Atraente ali se manifesta também, entendida por nós como a paixão, que se entrega ao outro o melhor de si. Com Eros aprendemos o equílibrio das emoções, o quanto a inocência traz de beleza para a vida. O mesmo cupido faceiro que brinca de atingir as pessoas com suas flechas é venerado também simplesmente como elemento fecundante.

Potência equilibradora entre o Caos da criação e o Cosmos.

Anteriormente na cosmogonia, Eros é uma das divindades primordias. Seu maior estudo é dirigido a Mitologia, e não a Religião.

Como designar perfeitamente o que existia antes das próprias coisas sobre as quais fala a linguagem dos homens?

“No começo era o Caos” contou o poeta Hesíodo. Era o espaço aberto, a pura extensão ilimitada, o abismo sem fundo.
De repente, surgiu a primeira realidade sólida: Gaia, a Terra. Ela deu ao Caos sentido: limitou-o. Instalou nele o chão, o palco da maravilha e da miséria da vida.
Depois veio a Noite, a treva profunda. E abaixo da Terra fez-se o Érebo, morada das Sombras.

Restava ainda um espaço vazio, sobre Gaia. Para preenche-lo, ela “criou um ser igual a si mesma, capaz de cobri-la inteira”. Criou, sozinha, Urano, o Céu Estrelado.

Na mesma solidão, originou também as Montanhas, as Ninfas e Ponto, o Mar.
Como a Terra, sem unir-se a força alguma, a Noite engedrou o Éter – luz que iluminaria os deuses na mais alta atmosfera – e o Dia, claridade dos mortais, que, no espaço, se alterna com sua mãe para não cansá-la.

Por esse tempo rondava no Caos o Poderoso Eros, Amor Universal. Com ele nenhuma força poderia mais fecundar sozinha.
Levada por Eros, Gaia uniu-se a Urano, gerando com ele muitos e muitos filhos que povoaram toda a Terra e animou-a de nova forma de vida.

O palco do mundo está pronto.

Uma das Divindades primordiais. Segundo Hesíodo, Eros nasceu ao mesmo tempo que a Terra e saiu do Caos Primitivo
Eros, tênue princípio de todo impulso gerador. É o princípio espiritual do Amor – O Amor Universal.
Ele é o amor que permeia todas as criações.
Ele corporificava o impulso criador da natureza.

Segundo os Órficos, nasceu do Ovo Primordial, engedrado pela Noite, e cujas metades, ao se separarem, formaram a Terra e o Céu. Eros é a virtude atrativa que leva as coisas a se juntarem, criando a Vida. É uma força fundamental do mundo. Assegura não só a continuidade das espécie, como a coesão interna do Cosmos. No mito no Banquete de Platão. Segundo Platão, teria nascido da União de Poros (Recurso) e Pênia (Pobreza), no jardim dos deuses após um festim para o qual foram convidados todas as divindades. A esta origem deve caracteres bem significativos: Eros estaria Sempre em busca de seu objetivo, como Pobreza ele sabe imaginar um meio de chegar a seu alvo, como Recurso.
Pobreza e recurso geram Amor.
Para ele, longe de ser um deus poderoso, o Amor seria uma força sempre insatisfeita e inquieta.

Psiquê

Psiquê (Palavra grega que significa tanto alma, como borboleta) era uma jovem tão bela que de todas as partes acorria gente para admirá-la. Passou mesmo a ser objeto de culto, sobrepondo-se a Vênus (Também conhecida como Afrodite, a deusa da beleza e do amor), cujos templos se esvaziaram. A deusa indignou-se com o fato de uma simples mortal receber tantas honras. Pediu a seu filho Eros (Cupido, no panteão romano) , o deus do Amor, que atingisse a jovem com suas flechas, fazendo-a enamorar-se do homem mais desprezível do mundo. Entretanto, ao ver a princesa, o próprio Eros apaixonou-se e, contrariando as ordens da mãe, não lançou suas setas.

Enquanto as irmãs de Psiquê casaram-se com reis, a jovem mortal, cobiçada por um deus, permaneceu só. Apreensivo, seu pai consultou o oráculo de Apólo. Este aconselhou o soberano a levar a filha, vestida em trajes nupciais, até o alto de uma colina. Lá, uma serpente iria tomá-la como esposa. As ordens divinas foram executadas e, enquanto a jovem esperava que se consumasse seu destino, surgiu Zéfiro (Na mitologia grega, é o vento do Oeste). O doce vento transportou-a até uma planície florida, às margens de um regato.

Esgotada por tantas emoções, Psiquê dormiu. Quando acordou, estava no jardim de um palácio de ouro e mármore. Ouviu, então uma voz que a convidava a entrar. À noite, oculto pela escuridão, Eros amou-a. Recomendou-lhe, insistentemente, que jamais tentasse vê-lo. Durante algum tempo, apesar de não conhecer o amado, Psiquê sentia-se a mais feliz das mulheres. Saudosa de suas irmãs, pediu ao marido para vê-las. Zéfiro encarregou-se de levá-las ao palácio. Invejosas da riqueza e felicidade de Psiquê, as jovens insinuaram a dúvida em seu coração. Declararam que o homem que ela desconhecia devia ser o monstro previsto pelo oráculo. Aconselharam-na, então, a preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, veria o rosto do marido; com a segunda, poderia matá-lo, se fosse mesmo o monstro. À noite, enquanto Eros dormia, Psiquê apanhou a lâmpada e iluminou-lhe o rosto. Viu, então, o mais belo jovem que já existira. Emocionada com a descoberta, deixou cair uma gota do óleo da lâmpada no ombro do deus. Este despertou sobressaltado e foi embora, para não mais voltar.

Afastando-se, disse-lhe em tom de censura: “O amor não pode viver sem confiança”.

Cheia de dor, a jovem pôs-se a errar pelo mundo, implorando o auxílio das divindades. Entretanto, como não quisessem desagradar a Vênus, nenhuma delas a acolheu. Psiquê resolveu dirigir-se à própria Vênus. A deusa encerrou-a em seu palácio e impôs-lhe os mais rudes e humilhantes trabalhos: separar grãos misturados; cortar a lã de carneiros selvagens; buscar um frasco com a água negra do rio Estige. Na primeira tarefa, Psiquê foi ajudada pelas formigas. Na segunda, os caniços da beira de um regato sugeriram-lhe que recolhesse os fios de lã deixados pelos carneiros nos arbustos espinhosos. E, na terceira, uma águia tirou-lhe o frasco da mão, voou até a nascente do Estinge e trouxe-lhe o líquido negro. Finalmente, Vênus incumbiu-a de ir aos Infernos para obter um pouco da beleza de Prosérpina. Uma torre descreveu-lhe o itinerário para o reino das sombras. Orientou-a também para pagar o óbolo ao barqueiro Caronte e abrandar a ferocidade d cão Cérbero, oferecendo-lhe um bolo.

Bem sucedida na prova, Psiquê voltava com a caixa contendo a beleza, quando resolveu abri-la. Imediatamente foi tomada de um profundo sono. Eros, que a procurava, acordou-a, picando-a com a ponta de uma flecha. Em seguida, o deus do amor dirigiu-se ao Olimpo e pediu a Júpiter para esposar a mortal. Foi atendido, mas antes, era preciso que Psiquê recebesse o privilégio da imortalidade. O próprio Júpiter ofereceu ambrosia à jovem, tornando-a imortal. O casamento celebrou-se solenemente entre os deuses. Da união de Eros e Psiquê nasceu a Volúpia.

Volúpia, a filha de Psiquê e Eros, é a persofinicação do prazer em todas as suas formas. E o que mais prazeroso do que amar e ser amado?
Nos lembrando que o prazer é o alimento de nossos sonhos

“Não seria verdadeiramente ignorância conhecer a tudo mais e não conhecer a si mesmo o conhecedor?”

“A verdadeira filosofia é reaprender a ver o mundo” (Mealeau Ponty)

Nasce uma harmonia brotando da amplidão!

Quando?

Sábado, 28/11/2020 12h às 20h30
Domingo, 29/11/2020 das 12h às 20h30

Temos apenas 15 vagas por dia, não deixe para a última hora!
Atenção: Ainda temos vagas para os dois dias, caso mude trocaremos este texto, não é necessário perguntar por e-mail.

Local: Rua Corredeira, 205 – Bosque da Saúde, São Paulo – SP – Estamos localizados próximos aos metrôs Santa Cruz e Santos-Imigrantes.

Estamos trabalhando em nosso salão principal com capacidade reduzida para 15 participantes por dia com lugar demarcado para todos os participantes, dispomos de cadeira, colchonete, saquinhos e medicina para os ritos.

Não haverá aplicação de rapé entre os participantes, apenas autoaplicação é permitida, o foco é o equilíbrio e o estado meditativo contemplativo com a medicina da Ayahuasca, respeitando o distanciamento e a segurança de todos.

REGRAS:

O uso de remédios deve ser comunicado por e-mail a nós e caso seja necessário orientaremos como proceder.
– Não se deve ingerir carne vermelha, bebidas alcoólicas, qualquer outro tipo de droga e deve-se evitar relação sexual antes do ritual, de preferência 2 dias antes.
– Já estamos aberto a todos (Ao se inscrever informar a data da última consagração e o nome da casa que o acolheu ou nos avise se é sua primeira vez).

>> Para conferir todas as regras dos ritos clique aqui! <<

Contribuição:

R$ 90,00

Horários de entrada nos rituais:
– Abertura dos portões às 12h, podendo chegar até 12:30.

Essa contribuição nos auxilia a manter esse trabalho, se não conhece, por amor, não julgue

Para melhor nos organizarmos estamos realizando as inscrições dos eventos exclusivamente via Depósito Bancário ou transferência, segue as informações:

Banco Itaú
Ag 6384 c/c 14524-6
CPF: 449.841.778-02
Rodrigo Haddad de Oliveira

Para confirmar sua presença, pedimos que nos envie o comprovante, as datas desejadas e os nomes dos participantes para o e-mail:

rito@segredoencantado.com.br

Pedimos que informem a data do rito que irá participar no assunto! Informar a data da última consagração e o nome da casa que o acolheu ou nos avise se é sua primeira vez.
ATENÇÃO: solicitação de devolução somente até 48hs antes do evento. Após, não devolvemos o valor pois custos já foram gerados e pessoas mobilizadas.

Quem pode participar?

Todos que não estão apresentando sintomas de febre e gripe (Faremos a medição da temperatura na entrada do evento, vigie seu corpo dias antes do rito e em caso manifestação de algum sintoma nos avise antecipadamente)
Se faz uso de remédios controlados, antes de se inscrever no comunique por e-mail para receber orientações.

>> Para conferir todas as regras dos ritos clique aqui! <<

O que trazer para o ritual?

RG ou CNH, mesmo que não seja a sua 1ª vez na casa.
Itens pessoais: Caderno, seus instrumentos de poder e maracás são bem vindos. Dispomos de colchonetes e cadeiras.
Obrigatório para uso pessoal (Não esquecer):
– 1 ou 2 Garrafas de água
– 1 Rolo de papel higiênico
– 1 álcool gél
– 1 Toalha
– 1 chinelo/sandália ou crocs
– 2 máscaras descartáveis ou de tecido
– Roupa de frio
– Cobertor e travesseiro (O espaço não fornecerá)
– Alimento salgado de sua escolha para comer no final do rito (não compartilharemos, será para consumo pessoal)

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